Quatro mitos sobre o consumo de álcool

Em declarações à BBC, o médico e apresentador daquele canal televisivo, Michael Mosley, elucidou acerca dos efeitos do álcool nos processos químicos do corpo humano.

Mosley revelou toda a verdade sobre mitos espalhados há décadas – ou por séculos? – a respeito dos efeitos do consumo de álcool, alguns deles relacionados a supostos benefícios à saúde.

1. ‘Beber moderadamente não faz mal’

Infelizmente, explica Mosley, qualquer quantidade de álcool que ingerir irá provocar um aumento nos riscos de desenvolver algumas formas de cancro – particularmente de cancro da mama –, incluindo algumas ocorrências mais raras da doença, em partes do corpo como a cabeça, pescoço e garganta.

É claro que esses riscos são menores quando se bebe moderadamente, mas eles tendem a crescer bastante rápido conforme a ingestão excessiva de álcool.

2. ‘Beber vinho tinto faz bem’

É comum ouvir dizer que beber vinho tinto beneficia o ótimo funcionamento do coração – idosos de algumas parte do mundo, por exemplo, atribuem a longevidade ao hábito de tomar um copo antes das refeições.

A verdade é que as uvas, e por consequência o vinho, têm uma substância chamada resveratrol, que, segundo inúmeros estudos, diminui os níveis de um tipo de colesterol que se acumula nas paredes dos vasos sanguíneos, e, no limite, causa obstruções e doenças cardiovasculares.

O problema, afirma Mosley, é que esse benefício só é alcançado com o consumo de uma quantidade muito grande de vinho. E os malefícios desse hábito seriam tão grandes, incluindo os riscos de cancro citados acima, que essa vantagem seria mínima.

3. ‘Misturar bebidas deixa-o mais bêbado’

Na verdade, explica Mosley, não interessa muito que tipo de álcool há na bebida que está a beber: o resultado será o mesmo.

Uma das exceções acontece relativamente ao consumo de bebidas com bolhas, como o champanhe, por exemplo.

O motivo é que estas relaxam os músculos que controlam a passagem de álcool e comida entre o estômago e o intestino delgado, onde as substâncias passam a ser absorvidas pelo organismo.

Ou seja, se beber champanhe e, logo em seguida, ingerir a cerveja, essa segunda bebida chegará ao intestino delgado, deixando-o bêbado muito mais rápido.

4. ‘Cafeína cura a bebedeira’

Trata-se de outro mito, de acordo com o apresentador da BBC.

Segundo Mosley, todo o álcool consumido vai continuar no corpo até ser totalmente metabolizado, mesmo que tome uma jarra inteira de café na manhã seguinte.

O máximo que a cafeína pode fazer é deixá-lo um pouco mais desperto durante a ressaca.

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